Divagando devagar
Caminhando a passos largos
Ao rumo do nada.
Buscando
o tudo,
Às vezes me iludo...
Me desiludo...
Mas contudo
Sigo
em frente.
Minha mente,
Que não mente,
Revela o que sente
O
meu coração.
Que é só confusão
Querendo esquecer,
A dor e o
sofrer.
Mas somente a lembrar
A tecla delete,
Não quis
funcionar.
As lembranças tuas
Não pude apagar.
E como a pomba
rola,
Que caiu no laço,
Que bate as asas
Tentando escapar.
É
assim que faço
Pra escapar do laço,
Que mais me embaraço,
No
esforço a tentar,
Me desembaraçar,
Deste sentimento,
De dor
desalento,
Tanto dói por dentro,
Que já não me agüento.
Eu fico
pensando,
Meu Deus até quando,
Eu vou suportar,
A dor que
aperta
Meu peito ferido.
Suspiro de dores,
Sufocam os gemidos.
E
sem solução,
Sigo soluçando,
Sempre divagando...
Sempre
devagar....
sexta-feira, 18 de maio de 2012
E O TEMPO O QUE É?
E o tempo o que é?
Será o porque dos porquês?
Ou apenas mais um porquê?
Certamente Aristóteles, Sócrates, Platão,
Já tentaram responder.
Ou talvez como Gabi,
Perguntaram. Porquê?
Será o tic-tac do relógio?
A sabedoria dos anciões ?
A tolice dos que o perdem?
A lentidão dos que esperam?
Ou a velocidade dos que curtem?
A tempo pra tudo.
Até pra não ter tempo.
O tempo que é dor.
Tempo que é remédio
Tempo que é tédio.
Que é melancolia.
Nas cores nostálgicas,
Da dor, da alegria.
Pintados na tela,
Da imaginação.
Que só o coração
A consegue ver.
E assim vai o tempo.
Passando depressa,
Ou às vezes lento,
Na velocidade do pensamento.
Lá se vão as noites,
Veloz, bem dormidas.
Tão lentas de insônias.
Lá se vão os dias,
Rápidos se agitados,
Lentos, se é tédio.
E assim vão as noites...
E assim vão os dias...
É tempo que passa....
É tempo que para...
Afinal de contas,
O tempo o que é?
Será o porque dos porquês?
Ou apenas mais um porquê?
Certamente Aristóteles, Sócrates, Platão,
Já tentaram responder.
Ou talvez como Gabi,
Perguntaram. Porquê?
Será o tic-tac do relógio?
A sabedoria dos anciões ?
A tolice dos que o perdem?
A lentidão dos que esperam?
Ou a velocidade dos que curtem?
A tempo pra tudo.
Até pra não ter tempo.
O tempo que é dor.
Tempo que é remédio
Tempo que é tédio.
Que é melancolia.
Nas cores nostálgicas,
Da dor, da alegria.
Pintados na tela,
Da imaginação.
Que só o coração
A consegue ver.
E assim vai o tempo.
Passando depressa,
Ou às vezes lento,
Na velocidade do pensamento.
Lá se vão as noites,
Veloz, bem dormidas.
Tão lentas de insônias.
Lá se vão os dias,
Rápidos se agitados,
Lentos, se é tédio.
E assim vão as noites...
E assim vão os dias...
É tempo que passa....
É tempo que para...
Afinal de contas,
O tempo o que é?
domingo, 13 de maio de 2012
A mãe dos meus filhos
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