segunda-feira, 22 de agosto de 2011

LUA TROPICAL

LUA TROPICAL

Quando seu olhar se espalha
Luminoso sobre ela, a bela Tapirapuã,
Que se despe lentamente
De suas carbônicas vestes,
Para se cobrir de flores
Num vestido colorido
Encandecente, ao brilho do olhar
Daquela Lua Tropical,
Que se encanta com o colorido
De suas vestes majestosas.

O dia amanhece,o sol à aquece, desperta ela,
Tão calma, tão bela, para contemplar,
Seus admiradores, que por ali passam
Embeveciddos, com tanta beleza
Que a mãe Natureza lhe proporcionou
E assim segue o dia.., a tarde vem...,
A noite chega.
E novamente a Lua Tropical
Lhe envolve com seu gracioso
E tão luminoso olhar
E a bela Tapirapuã
Adormece sob a proteção
Do irradiante olhar
De sua admirada e admiradora
Lua Tropical.

sábado, 20 de agosto de 2011

HOME É TUDO IGUAR

Refrão
Muié gosta de falar
Muié gosta de falar
Toda muié fala muito
E dos home fala mar
Elas falam mar dos home
Diz que home é tudo iguar

As muié vive falando
Que todo home não presta
Que só qué sabe de jogo
Muié bebida e festa
Porisso é que muitos vivem
C'um par de chifre na testa
Elas diz que todo home
È metido a garanhão
Só vê um rabo de saia
Já sai correndo o machão
Deixando a porta aberta
Pra entrar o Ricardão

Muié gosta de falar...

Elas falam entre elas
Todo home que eu conheço
Nenhum não vale o que come
É mercadoria sem preço
E home é tudo iguar
Só muda de endereço
Mais dessas acusções
Eu sei que sou inocente
Sou de uma muié só
Sou carinhoso e decente
De certo meu endereço
É bastante diferente

Muié gosta de falar....






terça-feira, 16 de agosto de 2011

DESENCONTRO

Num encontro não marcado,
Meu desencontro encontrei.
Acho que me encontrarei
Sempre assim desencontrado.

Com quem eu tenho sonhado
E incansável busquei
Desse sonho despertei
Sozinho e desolado.

Desiludido vivendo
E com isso me amedontro,
Fico às vezes pensando

E também não compreendo,
Por que me desencontrando?
Se é que nasci de um encontro.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

BANDEIRA MANCHADA

O verde está esfumaçado pelas queimadas
Pela ganância humana que é desmedida
Sem atentar aos valores da pátria e da vida
A nossa bandeira está ficando manchada

O ouro esta riqueza tão cobiçada
Riqueza que sob o solo está escondida
Levando a uma sangrenta, brutal corrida
Manchando de suor e sangue, essa terra amada

A poluição que mancha o azul celeste
As águas dos rios e mares e a atmosfera
Devastam de sul a norte e de leste a oeste

Mas no coração daqueles que tudo espera
Que o encardido branco torne-se em alvas vestes
E a bandeira manchada volte a ser o que era